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Tendências de mercado

  Eventos que discutem sustentabilidade, como a Eco-92 e a Rio+20, despertaram a necessidade de novos hábitos não somente para a preservação do planeta, mas também para garantir mais qualidade de vida para todos. A disseminação de conceitos ambientais insurgiu na preocupação com uma vida mais saudável. Isso porque rotinas caóticas normalmente são interligadas ao […]

 

Eventos que discutem sustentabilidade, como a Eco-92 e a Rio+20, despertaram a necessidade de novos hábitos não somente para a preservação do planeta, mas também para garantir mais qualidade de vida para todos. A disseminação de conceitos ambientais insurgiu na preocupação com uma vida mais saudável. Isso porque rotinas caóticas normalmente são interligadas ao consumo exagerado de alimentos prejudiciais à saúde e ao consumo desenfreado, ambos nocivos tanto ao meio ambiente como à saúde.

 

Aliar economia e sustentabilidade é hoje um dos grandes desafios do mundo. Mas que, para alguns empreendedores, foi uma oportunidade de acrescentar diferencial no setor de alimentação: saúde e bem-estar. O mercado de redes de alimentação saudável e fresh foods – empresas de comida rápida, saudável e saborosa – faturam hoje, no Brasil, R$ 40 bilhões e a prospecção de crescimento de 40% até 2015 tornou o setor um dos maiores destaques do evento de franquias, ABF Franchising Expo 2012.

 

Thamyris Fernandes substituiu os alimentos convencionais pelos saudáveis há quatro anos

 

Até mesmo as grandes empresas de fast food, como o McDonalds, começaram a investir na formação de cardápios saudáveis. Tudo para abarcar um público que até há poucos anos buscava a mudança de hábitos, porém ainda não possuía muitas opções de consumo. Esse é o caso da jornalista Thamyris Fernandes que há quatro anos optou pela saudabilidade, longe de refrigerantes, frituras, açúcar e carne. “Comecei com uma alimentação saudável, depois de um tempo substituí a carne vermelha pela soja, eliminei as frituras, o açúcar. Às vezes, as pessoas não entendem como eu como arroz integral, salada e soja no almoço, mas eu gosto, é saboroso. Hoje, me sinto mais leve.”

 

Thamyris diz que sente a diferença em seu organismo quando come doce ou algum alimento não saudável e, por isso, quando vai a um shopping ou procura algum restaurante, não tem dúvida sobre a escolha. “Opto por restaurantes que ofereçam saladas, alimentos orgânicos, comida japonesa. Quando quero sanduíche como em fresh foods ou o máximo parecido com o conceito. E recomendo o mesmo para todo mundo.”

Tony Martins e o Mateus Martins acreditam na conscientização do consumo e no sabor dos alimentos

 

A empresa goiana República da Saúde é um exemplo de quem apostou na adoção de uma nova alimentação por quem experimenta uma vida saudável e hoje oferece, segundo eles, muito mais do que alimentos saborosos e saudáveis. “Tendência não pode ser modismo, portanto nós estamos conscientizando as pessoas sobre a educação alimentar saudável. Nossa proposta é dizer que o movimento saudável passa pela alimentação”, é o que afirma o diretor de Marketing Mateus Martins.

 

Até mesmo para o público infantil, a República da Saúde já adotou uma estratégia de conscientização. “O chef Tony Martins tem toda didática para conversar com as crianças. O diálogo perfeito é o exemplo e a conscientização deve vir dos pais. Como nossos meninos estão linkados às redes sociais, cabe a nós entrar nesses ambientes virtuais e bater um papo cabeça”. Para o chef Tony Martins e o diretor de Marketing o essencial é estar próximo às crianças, porque o sabor do alimento é capaz de convencer a qualquer um.

 

Fonte: Por Ana Helena Borges, publicado em Public Desenvolvimento Empresarial

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Creatina ajuda a controlar glicemia em diabéticos tipo 2

  A suplementação alimentar de creatina — composto derivado de aminoácidos — aliada a exercícios físicos regulares melhora o controle glicêmico de pessoas com diabetes do tipo 2. Pesquisas do Laboratório de Nutrição e Metabolismo da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP revelam que a creatina ajuda a controlar a taxa de […]

 

A suplementação alimentar de creatina — composto derivado de aminoácidos — aliada a exercícios físicos regulares melhora o controle glicêmico de pessoas com diabetes do tipo 2. Pesquisas do Laboratório de Nutrição e Metabolismo da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP revelam que a creatina ajuda a controlar a taxa de açúcar no sangue, elevada em diabéticos. A segurança do composto também foi comprovada, pois não foram observadas alterações ou sobrecarga das funções renal e hepática nos diabéticos participantes do estudo.

 

A diabetes do tipo 2 é caracterizada pela incapacidade das células absorverem glicose da corrente sanguínea, o que é explicado pela resistência do organismo à ação da insulina. As principais indicações médicas para o controle da doença são a prática de atividades físicas e o uso de hipoglicemiantes orais. “Ambos ajudam a jogar o açúcar para dentro da célula e a creatina pode ter um papel nessa função também”, declara Bruno Gualano, professor do Departamento de Biodinâmica do Movimento Humano da EEFE e autor da pesquisa.

 

Os estudos constataram que a suplementação de creatina, juntamente com os exercícios físicos, é mais eficiente no tratamento da doença do que os exercícios praticados isoladamente e tão eficiente quanto à metformina — medicamento mais empregado no tratamento de diabetes do tipo 2. Além disso, Gualano ressalta que a eficácia da creatina foi observada em conjunto às atividades, ou seja, apenas a suplementação de creatina, sem treinamento físico, poderia não resultar em benefícios.

 

As melhoras observadas se explicam pois a creatina atuou no deslocamento, chamado de translocação, da proteína GLUT-4. “Ela fica dentro das células. Sua função é se deslocar do interior até a superfície, ‘pegar’ o açúcar que está fora, no sangue, e transferi-lo para dentro da célula”, explica Gualano. Em diabéticos tipo 2 essa função não é realizada em níveis adequados. “A creatina atuou nesse aspecto, elevando a translocação de GLUT-4 a níveis similares aos observados em pessoas sem a doença”, completa.

 

Proibição

 
Até o fim de abril suplementos alimentares de creatina tinham sua comercialização proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pois se alegava que os efeitos nocivos à saúde não eram conhecidos. Porém, inúmeras pesquisas científicas já comprovaram que o composto — produzido naturalmente pelo organismo — não é prejudicial à saúde se ingerido com moderação.

 

As pesquisas da EEFE constataram, mais uma vez, a segurança da creatina. Não houve nenhum tipo de prejuízo à saúde dos pacientes que ingeriram o composto, em doses de cinco gramas por dia, ao longo de três meses. Uma possível sobrecarga das funções renal e hepática também não foi observada. “Um terço dos pacientes tinham doença renal crônica e mesmo assim não foram constatados problemas ou alterações. O mesmo vale em relação ao fígado”, aponta Gualano, que acrescenta: “A creatina tem um potencial terapêutico excepcional e pode ser essencial no tratamento de muitas doenças caracterizadas por perdas de força, massa muscular, cognição, massa óssea e sensibilidade à insulina.”

 

O estudo foi orientado pelo professor Antonio Herbert Lancha Junior, do Departamento de Biodinâmica do Movimento Humano da EEFE.

 

Fonte: Agência de Notícias da USP

 

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Sabor Saudável – Alimentos orgânicos enriquecem cardápios de restaurantes

Sem resíduos tóxicos e produzidos em harmonia com a natureza, alimentos orgânicos enriquecem os cardápios de restaurantes Os alimentos saudáveis e com maior valor nutritivo, cada vez mais, estão na mesa dos brasileiros. Essa mudança de hábitos alimentares veio com a preocupação de garantir qualidade de vida. Se a Europa já adota esses itens em […]

Sem resíduos tóxicos e produzidos em harmonia com a natureza, alimentos orgânicos enriquecem os cardápios de restaurantes

Os alimentos saudáveis e com maior valor nutritivo, cada vez mais, estão na mesa dos brasileiros. Essa mudança de hábitos alimentares veio com a preocupação de garantir qualidade de vida. Se a Europa já adota esses itens em seu cardápio há algumas décadas, o Brasil agora passa a integrar o rol dos países consumidores de produtos naturais e, mais recentemente, de alimentos orgânicos ou biológicos, como são chamados na Europa. Cultivados sem o uso de adubos químicos ou agrotóxicos, fertilizantes sintéticos, reguladores de crescimento e aditivos para a alimentação animal, os orgânicos requerem cuidados na produção, no manuseio e no processamento. Seguindo a demanda, alguns restaurantes incluem no cardápio pratos feitos com ingredientes orgânicos.

Não apenas frutas, verduras e legumes são produzidos organicamente. Carne, grãos, açúcar, massas, molhos, azeite, leite e ovos, entre outros, também estão nessa lista. Os produtos precisam ser regulados e controlados antes de chegar ao consumidor. Comida com etiqueta de 100% orgânico deve conter somente ingredientes orgânicos. Para o consumidor ter certeza de que não está levando gato por lebre, a primeira dica é procurar o selo de certificação, fornecido por empresas especializadas.

Produzidos em harmonia com a natureza, os orgânicos resultam de um sistema que usa o equilíbrio para trabalhar o solo e os recursos naturais. Enquanto os fazendeiros convencionais aplicam fertilizantes químicos, pesticidas e herbicidas artificiais nas plantações, os orgânicos usam fertilizantes naturais, predadores de insetos, armadilhas e fazem rotação de plantações. As carnes, laticínios e ovos orgânicos vêm de animais que são alimentados organicamente e que têm acesso ao pasto.

Nesse processo, é estimulado o comportamento natural dos animais. Eles só recebem hormônios, antibióticos e outros medicamentos se estiverem doentes. Medidas preventivas são tomadas para evitar as doenças. A agricultura orgânica promove a sustentabilidade e o equilíbrio ecológico e melhora a biodiversidade e a produtividade do solo.

Nutritivos

Há anos recomendando o uso de alimentos orgânicos como aliados à prevenção de doenças, a médica homeopata e pediatra Amélia Fortunato Chaves orienta que eles são ideais para a conservação da saúde. “Os orgânicos protegem a qualidade da água, o solo e sua fertilidade, a vida silvestre. E são mais nutritivos, ou seja, contêm de 25% a 30% mais nutrientes que os outros produtos que têm componentes químicos.”

A médica informa que os orgânicos são melhor absorvidos pelo organismo porque conservam a sua energia vital quando consumidos frescos, até seis horas após a colheita. “É importante salientar que o cultivo de orgânicos respeita as leis naturais e os direitos de seus trabalhadores, portanto, todo alimento orgânico é muito mais que um produto sem agrotóxicos. É resultado de um sistema de produção agrícola que busca manejar equilibradamente o solo e demais recursos naturais”, acrescenta.

O austríaco Gregor Kux cresceu habituado a comer alimentos orgânicos e biodinâmicos (baseados no fortalecimento das forças vitais da planta). Em 1998 veio para Goiânia, onde se casou. Logo percebeu que faltava um mercado local para os alimentos que consumia.

Foi assim que abriu, em 2004, a Cerrado Alimentos Orgânicos, loja especializada nesse tipo de produto. Gregor acredita que as lojas especializadas devem fazer um trabalho de conscientização da população sobre a importância dos orgânicos e criar um elo entre produtor e consumidor. “O consumidor se torna fiel à medida que conhece os produtos”, afirma. O empresário ressalta a importância desses alimentos para a saúde. “As doenças vêm do consumo de alimentos com agrotóxicos. No organismo humano, tudo está integrado. Quando falta equilíbrio, aparecem as doenças como câncer, alergias, infertilidade”, justifica.

Procedência

O chef Caio Jardim, proprietário do restaurante Panela Mágica, há cinco anos investe nos orgânicos em seu cardápio. Os pratos trazem legumes e grãos in natura ou cozidos no vapor, servidos separadamente. O cliente tem a opção de montar sua salada. Mas o chef alerta o consumidor: “Alguns não são orgânicos. É preciso ver a procedência selada dos alimentos.”

Ele lembra que há uma tendência mundial de comer bem, mas o consumo ainda é restrito. É o que também pensa o chef Tony Martins, proprietário do restaurante República da Saúde. Para ele, a aceitação desse tipo de alimento ainda é lenta. “Mas já melhorou, temos boa clientela preocupada com a saúde, com a ingestão de um alimento mais natural”, atesta. Ele diz que também precisou formar mão de obra.

Tony Martins conheceu os orgânicos em uma viagem à Alemanha. Experimentou esse tipo de ingrediente e passou a estudar o tema. Em 2008 abriu o restaurante, voltado para produtos naturais e orgânicos. O chef não usa óleo, apenas azeite, e não faz frituras. O empório no local comercializa dezenas de itens orgânicos. Às quintas-feiras, o restaurante monta uma feira de orgânicos.

Outra adepta de um cardápio mais saudável é Wani Oliveira, proprietária do restaurante Arepa. Todas as folhas utilizadas nas saladas são orgânicas. “É mais saudável e pede uma higienização mais fácil, menos complicada. Os produtos são naturais e saborosos e os pratos ficam mais bonitos”, ressalta. Essa melhor apresentação, segundo ela, é outro atrativo para os clientes. “O hábito já está sendo criado. Um cliente leva outro”, completa.

Um dos fatores que restringem o consumo é o custo dos orgânicos, ainda elevado em relação aos outros alimentos. Com menor produção, fornecimento limitado e investimentos em regularização e registros, eles custam, em média, 40% mais, mas podem chegar a 200% sobre o valor de um não orgânico.

Há quem pense diferente. Wani Oliveira afirma que o custo não é maior. “Pelo contrário. As folhas orgânicas são mais baratas”, garante. O fato é que a diferença de preço está menor e alguns itens já têm valores equivalentes aos alimentos convencionais.


Onde encontrar:

Restaurante República da Saúde – Saladas com verduras, legumes e grãos. No empório, cachaça, vinho, suco, feijão, barra de cereal, arroz, legumes, verduras, café, banana passa, açúcar, geleia, azeite, cooks, achocolatados, vinagre, bebida de arroz, mel e brotos. Rua 89, nº 655, S. Sul. Telefone: 3942-6575.

 

Fonte: Jornal O Popular – Magazine (15 de Maio/2010)

 

 

 

 

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Receber nossos amigos e clientes diariamente é o que faz feliz a equipe da República da Saúde. A ansiedade que precede esses momentos se une a expectativa de que tudo de certo, e saia conforme planejado.

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Tomar um “cafezinho” com os amigos já virou uma mania mundial. Marcar um café para uma reunião de negócios já faz parte do cotidiano das pessoas que “fazem acontecer”. O nosso conhecido íntimo, que já foi responsável pela economia do nosso país e que inclusive fez com que a Bolsa de Valores fosse fundada lá no século passado, alcançou nos últimos anos seu merecido status.

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Comer bem, beber bem e viajar! Será que teremos também que fundar a República da Saúde Viagens? Até que não parece uma má ideia. Que tal abrirmos um dos vinhos da nossa adega para pensarmos sobre este e outros assuntos?

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